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    Karina Hoover
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    21.8.07
    NAVEGAR É PRECISO, VIVER NÃO É PRECISO...OUTROS HORIZONTES POSSÍVEIS!

    "Da mesma forma, o monstro de Frankenstein vagueia por velhas cidades e planícies árticas que figuram nos atlas mais sérios, enquanto Drácula, apesar dos esforços do departamento de turismo romeno, continua irrevogavelmente sem domicílio fixo. Nem Atlântida, nem Ofir, adotados timidamente pelos discípulos de Schliemann, receberam a garantia de realidade, assim como os inumeráveis castelos, florestas, campos e montanhas percorridos pelo Rei Arthur e seus valorosos cavaleiros, que figuram em nosso dicionário."
    Dicionário de lugares imaginários (Cia das letras) Alberto Manguel & Gianni GuadalupeAgradeço a todos que foram responsáveis por essa Tour, a 12a em minha carreira internacional. Músicos, tecnicos, produtores, amigos, fãs, todos que aqui no blog acompanharam nossa aventura maravilhosa por lugares, almas e palcos, levando o som que se produz em Pernambuco e no Brasil.

    EQUIPE NO BRASIL
    • Karina Hoover - Coordenação geral
    • Esther - Produção Executiva
    • Talitha Accioli - Produção de base e Assessoria de Imprensa
    • Leto e Marcelo - Roadies
    • Titio e Normando - Operadores de Som
    • Roberto Rieguert - Iluminação e proJeções
    • LUNI Produções - Apoio cultural
    EQUIPE NA EUROPA
    • Marc Regnier - Produção Geral e Tour man
    • Silvério Pessoa - Voz, violão, efeitos de voz, Sampler e Coordenação musical
    • Renato Bandeira - Guitarras, viola de 12, co-producão musical, vocais
    • André Julião - Acordeon, Escaleta
    • Wilson Farias - Bateria e Percussão
    • Domingos Acioli - Cavaquinho, percussão e vocais
    • Israel Silva - Baixo
    • Titio - Operador de Som(PA) apoio aos in-ear e coordenação de montagem de palco
    Silvério Pessoa e Renato Bandeira usam violões, e Guitarras CONDOR.

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    PARECER FINAL DO TECNICO DE SOM - TITIO - SHOWS 7 (BREST-FRANÇA) E 8 (KILKENNY-IRLANDA)

    Esse aí em cima ao meu lado (estávamos no avião da TAP Lisboa/ Recife) é nosso operador de som e agora, novo relator de viagens internacionais:Titio, que nos ofereceu um panorama real e tecnico do que é uma banda, um artista, produzir e realizar uma tour com bases no mercado Independente, sem apoio institucional, com investimento próprio, e com amor pela música. Valeu Titio!
    Já estamos no Brasil e eu estou agora tentando lembrar o que aconteceu entre o show na Bélgica e os dois últimos, um em Brest na França e o outro em Kilkenny na Irlanda.
    São tantas idas, vindas, arruma mala, desfaz mala, que nos perdemos de vez em quando. Comentei no encontro que Silvério fez na Livraria Saraiva, que na Tour de 2005 dos 100 dias entrei numa cabine telefônica e liguei pra casa pra falar com a família. Ao me perguntarem de onde eu estava falando, dei uma olhada ao redor e disse que não sabia qual era a cidade. É muito louco isso, não?

    Vamos então direto para os dois últimos shows.
    Brest, França, Festival Du Bout Du Mond. Segundo Marc, produtor de Silvério, Festival no fim do mundo, ou no final do mundo, ou ainda no c... do mundo!
    Entramos tanto dentro da mata, que realmente era no c... do mundo mesmo!
    E é muito engraçado como surge de uma hora pra outra, estruturas enormes e bem montadas nestes lugares longínquos e inabitados. Eles simplesmente abrem os espaços no meio da mata e montam as grandes estruturas. Pensava que o Esperanzah seria o maior festival desta turnê, mas me enganei legal!
    Ao chegarmos atrás do palco, notei que os equipamentos que estavam lá não eram o que Marc tinha me passado. A estrutura era muito maior. E realmente, e infelizmente, aquele não era o palco que iríamos tocar. Fico imaginando como seria ter tocado neste palco 1 depois do que aconteceu no palco 2 aonde tocamos. Depois fiquei sabendo por Renatinho que existia ainda um palco 3!
    Este palco 2, armado há uns 300 metros do palco principal, tinha a mesma utilidade do palco 2 do Abril Pro Rock, ou seja, divulgar novos trabalhos enquanto o palco 1 é arrumado para a próxima atração. Mais uma vez cruzamos com Salif Keita nesta turnê, mas ele tocou no palco 1.
    Mais uma vez, o show seria em dois tempos de 40 minutos, mas... com um intervalo de aproximadamente 5 horas! E desarmando tudo para montagem de mais duas atrações que tocariam com o mesmo tempo de show e o mesmo tempo de intervalo!!!
    Achei muito estranho. E o show foi estranho também. Foi discutido ainda antes de chegarmos ao local como seria feito este show. Faríamos a mesma coisa que foi feito em Bourdeaux, ou seja, só dividindo o show pela metade, ou montaríamos um novo roteiro com as músicas mais “porradas” e tocaríamos a mesma coisa nos dois tempos? A decisão foi dividir o show no meio mesmo.
    Pelo tamanho do festival e do local do nosso palco, mereceria uma mesa e um sistema de som melhor do que o que estava lá. Mas... Fazer o quê, não é?
    Passamos o som e esperamos uns 30 minutos para começar. Silvério era a primeira atração daquele palco. Achei esta primeira parte do show fria... As pessoas estavam começando a chegar ao festival e não sabiam direito o que queriam fazer, muitas passavam direto para o palco principal, a iluminação não fazia muito efeito, pois ainda estava claro, e esta primeira parte do show não tem um crescimento tão evidente como a segunda parte, principalmente porque o roteiro do show não é feito para se ter um intervalo no meio, e muito menos um intervalo de 5 horas! Tirei fotos dos dois tempos do show e dá pra notar isso claramente. Se der para Silvério postar as fotos, seria legal.
    Na segunda parte do show, a coisa foi muiiiito diferente!!! Já tinha muito mais gente, a luz já fazia efeito e é a parte do show que tem um crescimento muito mais evidente, principalmente em relação aos andamentos das músicas, quando encerramos com Na Boléia da Toyota e tinha ainda o Coco do M (que tem uma base eletrônica) para o bis. O final foi apoteótico, com todos no palco agradecendo e Silvério ainda puxava um coro com o público “a capella” (cantava com o público sem base nenhuma, só usando a voz). Atrás de mim, o técnico do festival gritava: super, super, super! Temos também este filme com a visão de cima do palco que Marc filmou. Peçam para colocar no Youtube.
    De alma lavada, seguimos para a terra de U2.
    Dublin! Lindo o lugar Titio?
    Não tenho a menor idéia! Só conhecemos o aeroporto!!
    Já tinha um “bondoso velhinho” nos esperando com um ônibus (com a direção do lado direito) para levar a gente para Kilkenny, que ficava a umas duas horas de Dublin! E foi muito estranho viajar sempre pela contra-mão!
    Chegamos na cidade e nos informaram que o hotel aonde iríamos ficar era exatamente aonde seria o show. Fiquei imaginando com meus botões (faço muito isso): ...bem que poderia ser um daqueles hotéis enormes que ficam no Cabo de Santo Agostinho, com uma área enorme externa aonde se pode armar um palco grande, com um som grande, com uma luz grande... Errei!
    O hotel era realmente luxuoso como os do Cabo, mas o lugar do show foi no salão nobre do hotel. Um lugar pequeno, todo alcatifado, que dava até medo de pisar pra não sujar. Tinha vários lustres que me lembravam o lustre do Teatro Santa Isabel. O equipamento (mesa e periféricos) era desproporcional para o local. Era muito som pra pouco espaço. Vai entender!
    A mesa de som era uma Midas, que parecia mais uma árvore de natal com uma infinidade de canais, com vários botões com luzes coloridas. É mesa para impressionar a menina que você está paquerando! Bem que eu estava precisando nesta turnê que alguém me paquerasse! Mas só chegam perto de mim para avisar que o som está alto!
    Eliminei de cara alguns canais, pois sabia que não precisaria de microfones para captar tais canais porque o espaço era pequeno e o próprio som dos instrumentos daria conta do recado. E realmente foi isso que aconteceu.
    Passamos o som tranquilamente, jantamos e aguardamos a hora do show.
    Não sabíamos, mais uma vez, o que nos aguardava. Vai dar gente? Que perfil teria este público? Não tínhamos a menor idéia!Quando estávamos passando o som, o salão estava totalmente vazio e só existiam umas mesas altas sem bancos perto da mesa de som, que lembravam aquelas mesinhas usadas em bares para se tomar caldinho em pé, só que bem maiores e mais luxuosas no design. Pensei com meus botões (olha meus botões de novo!): Pelo menos não vai ter aquelas mesas com os bondosos velhinhos sentados tomando água mineral com gosto de framboesa, esperando ouvir música clássica do Brasil. Errei de novo! Pelo menos no quesito bons velhinhos sentados nas mesas. Só não imagino o que eles estavam esperando da música que seria tocada naquela noite.
    Tomei um susto ao chegar à noite e ver várias mesas enormes redondas espalhadas pelo lugar, e algumas bem perto das caixas de som. Fui ao camarim e avisei para Silvério e para a banda o que tinha visto, e conversamos sobre o assunto. Falei que começaria com um volume um pouco abaixo do que usei na passada de som e observaria o resultado. Não estava nos meus planos estourar os ouvidos dos bondosos velhinhos perto das caixas de som. Começamos o show e naquele instante só notava dois tipos de público: o pessoal mais velho e formal sentadinho nas mesas e um pessoal mais informal em pé nas mesas “dos caldinhos” que ficavam na minha frente. Existia ainda um espaço vazio para as pessoas dançarem na frente do palco.
    O show, como era de se esperar, começou frio. Nem Silvério imaginava o que aquelas pessoas estavam dispostas a ouvir, e nem aquelas pessoas sabiam o que realmente iriam ouvir!
    E mais uma vez a interação foi acontecendo no decorrer do show e eu fui aumentando o volume também. Nas últimas músicas, muita gente já estava no espaço vazio dançando e participando do show. Empolguei-me e coloquei um grave na vinheta de Na Boléia que sempre coloco nos shows e os lustres estremeceram.
    Até a música Coco do M, que eu pensava no começo do show que não teria espaço naquela noite, foi tocada no bis!

    Com o término do show e já com as luzes acesas do salão, pude notar um outro tipo de público que eu não tinha notado antes e que estavam sentados NO CHÃO perto do salão. Era uma galera bem mais (muito mais) despojada do que a galera das mesas do caldinho. Despojadas em tudo: tinha cabelo rastafari, tinha piercings, tinha roupa “das olinda”, tinha tatuagens, etc. Só faltou um bondoso cachorrinho...
    Era uma cena que jamais vamos ver por aqui em um show num salão nobre de um hotel de luxo, podem ter certeza disso.
    Isso é uma turnê na Europa!
    Que venham outras turnês, outros palcos, outros equipamentos.
    Que venham outras regiões, outras cidades, outros países.
    Que venham outros Continentes!
    Até a próxima.
    Um abraço.

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    16.8.07
    SHOW EM BREST NO FESTIVAL DU BOUT DU MONDE-FRANÇA

    Palco bem estruturado. Montamos e desmontamos nosso set em dois momentos de 40 minutos. Público estava completamente receptivo para uma trabalho de música que não é executado em rádios e se enquadra no mercado independente Europeu. Cantaram Juntos lôas de Coco, entoaram levadas de voz em momentos maravilhosos. Grande etapa.
    Festival Du bout du Monde. Brest, França. Show do dia 11/08/07. Foto tirada por nosso produtor Marc Regnier, da mesa de som onde nosso tecnico Titio mandava ver um PA pra ninguém botar defeito!
    Depois do show no Festival em Brest, uma coletiva com rádios e Tvs locais e Nacionais. Eles classificaram nosso "Gênero" como Forró Cibernético e estabeleceram relação com a cultura Occitan do sul da França.
    Momento de interação com Israel (Baixo) na canção Cipó de Goiabeira, enquanto André (Acordeon) e Renato Bandeira (Viola de 10), improvisavam para o público.
    Aspecto geral do público no nosso show em Brest, França. Daqui seguimos para o último show da Tour em Kilkenny, Dublin, Irlanda, todos motivados com os shows na Belgica e em Brest.
    (Seu antonio)

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    15.8.07
    ...SAINDO DO SONHO, TERMINAMOS ENCONTRANDO A REALIDADE QUE PODE ESTAR AO LADO, NA FRENTE OU DEPOIS DE DIAS VIAJANDO...

    Castelo na Irlanda. Vimos e fotografamos depois de um aviso inóspito do nosso motorista. A quantidade de Pubs ultrapassa os memoriais históricos da Irlanda, em especial em Kilkenny.
    Observando o espaço do nosso show em Dublin, Kilkenny Festival. A temperatura do show foi proporcional a do público que foi aumentando na medida que mudávamos de ritmos, de levadas e dinamismo de repertório. Bis com bases eletrônicas do Côco do M.
    Titio (tecnico de som), no balenço da rede, casa aconchegante de Louren, amigo de Marc, nosso produtor. Frio, vinho, churrasco, tendas de acampamento, crianças e outras coisitas mais!!!!! foi nossa confraternização antes de ir para Orly.
    Afinando, tirando um som, curtindo o ambiente e o momento em Bordeaux.
    Prioridade para pedestres e para ciclistas. No País da Tour de France seguimos esse ciclista que pedalava lentamente segurando alguns veículos e calmamente era o Rei da avenida.
    (Seu antonio - nas últimas postagens)

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    NAVEGAR É PRECISO, VIVER NÃO É PRECISO...

    Depois dos dias off em Paris pegamos nossa Van e seguimos estrada para a Brest, uma apresentação que para nós foi grata surpresa no Festival du Bout du Monde. 50 mil pessoas em 3 dias de Festival. Nosso show foi dividido em dois Sets de 40 minutos, o primeiro as 17:00h o segundo as 21:00h, um formato para todos artistas, inclusive Cesaria Évora, Salif Keita, que encontramos também na Belgica. Paisagens inesquecíveis vimos da Janela.
    Na frente do nosso Hotel em Brest/Argol, uma pequena igreJa formava um panorama perfeito com o clima frio matinal de onde fomos para Nantes rumo a Dublin.
    Aeroporto de Nantes. Vôo interno repleto de exigências com peso e volumes no interior do avião. Tiramos de lêtra como bons brasileiros. Estávamos loucos para "passar" pela terra do U2.
    Com Marc Regnier, produtor da Tour, amigo e parceiro. Chegada em Dublin para uma apresentação em um dos maiores Festivais da Irlanda, o Kilkenny Festival que teve todos os ingressos vendidos para nossa apresentação em um ambiente misto de intimidade e empolgação do público.
    Essa placa sinalizadora resume os pontos de confluências que passamos sem muito tempo pra nada, apenas imaginando a história que poderíamos contar nos ares da Irlanda.

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    9.8.07
    ANIVERSÁRIO DE NOSSO BAIXISTA - ISRAEL!!!!!


    Dizer o quê?????? o cara é a pessoa mais linda desse planeta!!!!!!!! Israel Silva!! comigo desde o início dos tempos.! amo...amo...parabéns pra você!!!!!!!!!!!!!!

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    Demain nous partirons pour l'intérieur du FRança et ensuite Irland, deux shows ! Jusqu'bientôt à Paris !

    Mulher Muçulmana pede esmolas na estação Pére Lachaise, em Paris!
    Esperando um Cuscuz Marroquino, na Av. Jean Jaurés, próximo ao Parque de La Villete, onde Lenine gravou o IN CITÉ. Fomeeeeeeeeeeeeee!!!!!
    Enquanto Renato comprava uns pedais na loJa de Pigalle, Pedale, eu saboreava uma cerveJa escura maravilhosa, Guiness!!!!!!!! amoooooooo, gosto forte, como de caramelo e cevada, com tom discreto de baunilha e um final de ar fresco no dia de sol, raro, em Paris.
    Renato Bandeira (Guitarrista) e André Julião (Acordeonista), descansando das pisadas quilométricas no Pére Lachaise.
    CARTAZ do nosso show em Paris, no Bellevilloise.
    (Seu antonio) Paris, madrugada sem sono e esperando a viagem de amanhã para os dois ultimos shows!

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    MAIS HISTÓRIA E OUTRAS VIAGENS NESSE MUNDO CENTRO DA CULTIURA!!!LOUCURA CONTROLADA!

    Filho do professor francês Nicolas Chopin, que dava aulas de língua e literatura francesa, e da polaca Justyna Krzyzanowska, que tocava o piano.
    Iniciou aulas de piano aos seus sete anos com o professor Wojciech Żywny e nesta altura compôs suas primeiras Polonaises. O primeiro concerto público deu-se no ano de 1818.
    Rossini (Pesaro, 29 de Fevereiro de 1792Passy, França, 13 de Novembro de 1868) Grande compositor italiano do romantismo, célebre autor de óperas cômicas. Escreveu várias óperas como: Il barbiere di Siviglia (O Barbeiro de Sevilha), Guglielmo Tell (Guilherme Tell), Semiramide, La gazza ladra, e La Cenerentola (Cinderela).
    Ferdinand-Victor Eugène Delacroix (26 de Abril de 1798, Saint-Maurice13 de Agosto de 1863, Paris) foi um importante pintor francês do Romantismo.Delacroix é considerado o mais importante representante do romantismo francês. Na sua obra convergem a voluptuosidade de Rubens, o refinamento de Veronese, a expressividade cromática de Turner e o sentimento patético de seu grande amigo Géricault. O pintor, que como poucos soube sublimar os sentimentos por meio da cor, escreveu: "...nem sempre a pintura precisa de um tema". E isso seria de vital importância para a pintura das primeiras vanguardas. Valentin Louis Georges Eugène Marcel Proust (Auteuil, 10 de Julho de 1871Paris, 18 de Novembro de 1922) foi um escritor francês.Filho de Adrien Proust, um célebre professor de medicina, e Jeanne Weil, alsaciana de origem judaica, Marcel Proust nasceu numa família rica que lhe assegurou uma vida tranqüila e lhe permitiu freqüentar os salões da alta sociedade da época.Após estudos no liceu Condorcet, prestou serviço militar em 1889. Devolvido à vida civil, assistiu na École libre des sciences politiques os cursos de Albert Sorel e Anatole Leroy-Beaulieu; e na Sorbonne os de Henri Bergson cuja influência sobre a sua obra será essencial.A homossexualidade é latente na sua obra principalmente em "Sodoma e Gomorra" e nos volumes subseqüentes. Trabalha sem repouso à escrita dos seis livros seguintes de "Em Busca do Tempo Perdido", até 1922. Morre esgotado, atingido por uma bronquite mal cuidada.


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    ÚLTIMOS MOMENTOS DE PASSEIOS EM PARIS E UM ALBUM DE HISTÓRIA QUE SÓ VEMOS EM LIVROS ESCOLARES!

    Novo album do Korn, está estampado por todas as paredes das ruas de Paris.
    Pére Lachaise, um bairro/cemitério, onde estão(???) as maiores celebridades (sem estar na TV), da história da humanidade.L'une des sept collines de Paris, appelée Champ-l'Evêque car elle appartenait au Moyen Âge à l'évêque de Paris, prit au XIIe siècle le nom de Mont-aux-Vignes, pour les cultures que l'on y réalisait alors. En 1430, un riche commerçant du nom de Régnault de Wandonne acheta le domaine afin d'y faire construire une maison cossue : une folie.

    Alan Kardec, codificador da Doutrina Espírita. No ano que o Livro dos Espíritos completa 150 anos, foi com emoção que visitamos o túmulo do grande Pedagogo e cientista Francês, nascido em Lyon.Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, França, 3 de outubro de 1804Paris, 31 de março de 1869), foi um pedagogo e escritor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec[1], notabilizou-se como o codificador[2] do Espiritismo, também denominado de Doutrina Espírita.
    Piaf, grande cantora da canção Francesa...um ícone da história da música Popular da Europa e do mundo. Muito visitado no Pére Lachaise.Édith Giovanna Gassion, mais conhecida como Édith Piaf, (Paris, 19 de dezembro de 1915 - Grasse, 10 de outubro de 1963) foi uma cantora francesa reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da chanson.Édith Piaf está enterrada na mais célebre necrópole parisiense, o cemitério do Père-Lachaise. Seu sepultamento foi acompanhado por uma multidão poucas vezes vista na capital francesa. Hoje, seu túmulo é um dos mais visitados por turistas do mundo inteiro.
    Mossison, líder da banda The Doors...precisa dizer mais alguma coisa????? James Douglas Morrison, mais conhecido como Jim Morrison, (Melbourne, Flórida, 8 de Dezembro de 1943 - Paris, 3 de Julho de 1971) foi um cantor, compositor e poetanorte-americano.Foi o vocalista e autor da maior parte das letras da banda rock norte-americana The Doors, embora Robby Krieger também tinha escrito algumas com Jim, por exemplo, «Light My Fire».

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    8.8.07
    NOS VENTOS VIRTUAIS NEM OS MARES ESCAPAM - O PENSAMENTO DOS ROBÔS É FORMADO DE CONEXÕES E PEÇAS

    (Seu antonio)

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    CONEXÃO COM O PLANETA, OLHAR NA FICÇÃO, ALMA NO OUTRO LADO DA REDE

    Sem barreiras de distância e de ar e som, a conexão pode ser de dentro pro mundo da gente pro mundo que a gente quer ver e sentir. Olhar atento e coração entre o fio e o sem fio.
    Cozinha, quarto, sala, aeroporto, Jardins, andando, no café da esquina, dentro da bag. Estamos em conexão com o planeta na medida que queremos estar perto de todo mundo, enquanto a pele não toca os corpos distantes.
    Mac, PC, quadrado, preto, branco, queimar DVD, CD em mp3, rádio, futebol, clipes, recados, emails, textos, blogs, mapa do metrô, marca de instrumentos, endereços....tudo é uma verdadeira babel sem fio.
    De Caruaru para o mundo, do Agreste pro litoral, sentado no chão ou simplesmente pensando no som que o violão pode oferecer através de uma MBOX-2Pro, isso é um revolução sem volta, e o que hoJe é CD, vai virar um nada, sem matéria, apenas dados e espaço que não existe, apenas existe.
    ...o princípio feminino ocupará o mundo cibernético...
    (Seu antonio, ainda em Paris, navegando na rede que balança e nunca cai)
    Entre 10 e 11 graus de frio suportável.

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    6.8.07
    Show 5 e 6 - UMA VISÃO DO OPERADOR DE SOM - TITIO

    Hoje é segunda-feira, dia 6. Acabamos de chegar ao apartamento em Paris vindo da Bélgica. Vou comentar sobre os shows 5 e 6 (Paris e Bélgica).
    O show de Paris foi num local chamado La Bellevilloise. Como eu sempre tento fazer uma comparação com locais aí de Recife, este local poderia lembrar o bar Downtown, só que muito mais despojado e com uns toques especiais, como pequenas velas nas mesas e ao redor de quase metade do ambiente. Muito legal. Neste local, ao contrário do que foi nos shows de Bordeaux, a maior parte do ambiente não tinha mesas e era reservado para se ver o show. Mais uma vez tive que fazer também o monitor dos músicos, pois era só uma mesa para fazer o P.A. e o monitor. Fiquei animado ao chegar ao local e saber que daria para todos os músicos usarem fones, mas esta alegria não durou muito tempo, pois ao ligar o in-ear de Silvério, o mesmo não funcionou de jeito nenhum. E dos 5 fones que o técnico falou que dava pra ligar, na realidade só poderia ligar 3. Vamos fazer as velhas adaptações. Tive que colocar monitores de chão para Silvério, Wilson (bateria) e Israel (baixo). O restante da banda, Domingos (cavaco), Renato (viola) e André (acordeom) usaram fones. Tivemos tempo suficiente para passar o som e ficou tudo acertado. Restava agora só torcer pra dar público. E deu!A casa lotou e o pessoal estava lá pra ver o show. Não poderia dar outro resultado. Foi muito bom o show, com a participação do público do começo ao final. Como não tínhamos tempo pré-determinado de show, como acontece na maioria dos festivais que fazemos, Silvério voltou para o bis sem preocupação com o tempo e detonou com uma seqüência de músicas utilizando a zabumba e finalizou com a eletrônica Coco do M. Foi aplaudidíssimo! Melhor show da turnê... Se não existisse o festival EsperanzAh!Não comemoramos muito, pois viajaríamos logo cedo para a Bélgica, Festival EsperanzAh!
    Acordamos cedo, pegamos a nossa van e seguimos para a Bélgica. Fomos direto para o festival, mesmo sendo um dia antes do nosso dia da apresentação. Ao chegar perto, já notamos pela quantidade de carros estacionados, que o evento era grande. E realmente era! A estrutura era muito grande, com dois palcos, palestras, entrevistas numa rádio montada no evento (Silvério participou), vários stands com artesanato e comida do mundo todo! E muita cerveja, lógico! O pessoal da Bélgica é muito louco para os nossos padrões. Muito álcool e droga rolando o tempo todo. Para vocês terem uma idéia, pessoas que eu achava que eram seguranças, mas na verdade eram médicos, passeavam pelo meio do público e ao avistarem pessoas deitadas (que não eram poucas), iam lá verificar se estavam dormindo mesmo ou passando mal por causa do efeito do álcool ou das drogas. Impressionou-me isto.
    Fomos muito bem recebidos, comi comida mexicana, curtimos todo o dia do festival e assistimos ao show de Salif Keita, um renomado nome da World Music. Fomos para o nosso hotel, mesmo ainda tendo mais um show no outro palco, pois estávamos cansados e queríamos descansar para o dia da apresentação de Silvério que era no outro dia.Eu já sabia que era só check sound horas antes do início do nosso show, ou seja, só iríamos conferir se os sinais dos instrumentos chegavam corretamente na mesa da frente, com o som bem baixinho, enquanto eram regulados os monitores da banda. Depois era só aguardar a hora de início do show. E foi isto que aconteceu. Não tive muito tempo para organizar o som na frente, pois só tive uns 2 minutos para abrir o som normalmente, no volume de show. Achei estranho, pois o som dos instrumentos não chegava legal como as vozes, e o tempo acabou antes de eu descobrir onde estava o erro. Fiquei na mesa, mesmo depois de ter acabado meu tempo, procurando o motivo do meu desconforto, e acabei achando! Não entrarei em detalhes, pois ninguém (além dos operadores de som que estão lendo este texto) entenderia nada.
    Fomos para o camarim esperar o nosso horário, conversarmos sobre como seria o show e como foi o check sound.
    Chegou nossa hora!Se eu falar pra vocês que não estava tenso, estaria mentido. O festival era enorme, o som era enorme, eu não passei o som como desejava, e não sabia como iria ficar o som no começo. Teria que fazer os ajustes durante o show! Respirei fundo e fui.
    O sistema de som era muito bom. Era um sistema da Nexo, que na minha opinião, é um dos melhores do mundo. Começa o show... Cadê o som da vinheta de abertura? Nada! Pensei com meus botões... e agora? Se o começo está assim, como farei todo show? Depois de 15 segundos notei que o técnico me entregou a mesa com um máster de VCA fechado (só vai entender quem é do ramo) e não dava para ver direito porque o botão era muito pequeno e ainda estava de dia, mesmo sendo 19 horas, e batia sol na mesa. Abri o máster e o som da vinheta de abertura apareceu. Ufa!
    Vamos ver agora como vai ser quando toda banda entrar de uma vez!
    Mas como já tinha adiantado para vocês, o sistema era muito bom, e tudo soou mais ou menos como eu queria. Foi só ajustar alguns detalhes durante as duas primeiras músicas e seguir normalmente como de costume.
    O show foi muito bom, muita gente aplaudindo, dançando e curtindo, mesmo não conhecendo nada da obra de Silvério. Não vou me cansar de falar isso: este é o grande barato destes festivais na Europa! O pessoal é aberto para novos sons.
    Neste show, Silvério encerrou com o Coco do M. Voltamos para o bis com Na Boléia da Toyota e no final todos foram aplaudidos! Um gringo passou pela frente da mesa e fez o sinal de positivo. Nada mais gratificante para um operador de som.
    Missão cumprida!

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