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    8.5.07
    VISUAIS E OLHAR PESSOAL SOBRE IDAS

    O samba é emblema brasileiro no exterior, porém outras levadas começam a ser apreciadas e in-corpo-r-adas. É o caso do Coco, do baião, do Forró Speed, do samba da zona da mata, do Boi rural. Este ultimo com levada que posso comparar com o Rock. O diálogo entre gêneros é a tônica que muitas bandas e artistas vem desenvolvendo a partir do flamigerado rótulo de World music, hoje em total queda de credibilidade. Musica do mundo é toda musica do mundo, e não apenas a que é realizada na Africa, na America Latina ou no Oriente. Os Cds de produção Nordestina, em especial de Pernambuco, são encontrados na prateleira de MB, música brasileira, onde se encontram em festejada harmonia, Caetano Veloso, Silvério Pessoa, Maria Bethânia, Marisa Monte, Nação Zumbi, Tom Jobin, Lenine, Dona Lia de Itamaracá. O mundo é todo mundo junto e não engavetado.
    Em tecnologia se for contar por preço é claro que no Japão tudo é mais barato. Sorry, muitísssssssssssssimo mais barato. Para quem é loucamente apixonado por MAC, não a Donalds, mas, a MAC do Ipod, visitamos um paraíso que sonhávamos inexistente. De tudo tinha, de tudo havia, de tudo se comprava, com pouca moeda. Besteira é dizer que se encontrava computador nas ruas, isso é muita ingenuidade, mas, que nas lojas a tecnologia é também um tablete de arroz enrolado em agua marinha com peixe dentro. Saboroso!!!
    Memórias de uma Gueixa. Vou assitir de novo. Rápidinho. Também a obra de Akira Kurosawa, em 5 volumes. Preciso entender melhor esse planeta. Já estou ouvindo nas caminhadas os trabalhos do Ganga Zumba e Miyazawa, além de Akiko, que ganhei do fotógrafo da Revista Latina. Mergulhar na alma alheia. Mergulhar no destino que o passé composé nem imaginava acontecer. Incluir na cabeça um mundo que se incorpora na aventura de ir e vir.
    Talvez seja essa a saída. Ir. Ficar ou voltar é questão de destino. Sim, óbvio, destino construído, realizado, planejado, feito, vivido, pensado, explorado, caminhado, e um avião bem grande rasga o Atlântico, passa pelo mundo dos Beatles, e cobre de luz a Sibéria. Mundo vago de ar que o coração alegre se irriga de sorriso. Vamos continuar né? assim essa viagem não vai ter fim.

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    5.5.07
    THE LANDSCAPES MAKE THE WORLD


    Uma incrível dimensão, um abraço pelos espaços. A arquitetura da maioria dos prédios conversam entre sí a estrutura de vitral, o aço e o concreto em um desenho que projeta a visão para o futuro. Com as pessoas transitando pelas ruas o aspecto fica perfeito. O diálogo fica humano.



    De metrô em metrô se enche os olhos. Limpeza total. Limpeza de chão e de comportamento sabe? o cuidado com o bem público termina sendo inato. Claro, nada de deuses habitando outro planeta, apenas tempo de civilização.







    Conexão. Apitos, cruzamentos, alerta. Saída. O Metrô de Tóquio.













    Sem tempo pra almoçar? tome uma sopinha sempre perto das estações. Voce deposita as moedas ou papel, Ienes, em máquinas na entrada, pega o tiquete e o Japonês te oferece uma sopa com macarrãosinho delicioso, uma espécie de caldo quente e a carne, galinha, camarão. A seu pedido. Perfeito para nós, que estávamos atrasados para a passagem de som do segundo show. Dia 2.



    Akihabara Sta. Terminal 15. O nosso!
    O segundo show foi perfeito, o som estava montado com todos os instrumentos milimetramente colocados em cada pedaço de palco previamente desenhado. Na Boleia da Toyota agradou em cheio, com pegada rock e acordeon pontilhando a melodia.






    Passamos por tudo isso.
    Passamos por cima.
    Kuala Lumpur, Indonésia, onde participamos do Rain Forest Festival.

    ...eu cheguei, avistei Piedade de cima, nas curvas de um avião...embaixo a avenida Recife, do lado direito o Ibura, um pouquinho na frente o Jordão... E o rio se abriu pra o tempo passar...!

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    I wait one day to come back the Tokyo

    A volta ao mundo em 36 horas! esse bem que poderia ser o título dessa postagem, mas optei por comentar livre, leve e solto sobre a experiência de ter realizado essa tour em Tokyo. Foi um suspiro que demos, uma respiração ofegante e doce como as horas que transitamos entre a surpresa de conhecer o País, a cidade, e a inevitável comparação ao nosso País e cidade. Idas e voltas continuam sendo uma tônica no mundo, acredito até que seja o coração do planeta pulsando. Vai e volta, vai bem lentinho, e volta vez em quando mais rapido. O planeta precisa de deslocamento para ter suas artérias estendidas, multiplicadas e combinadas com outros mundos. O segredo é a alegria de fazer o que se gosta. O segredo é ser feliz no fazer sem obrigação, obrigado, thank you. Cúpulas passavam pela janela do ônisbus que nos levava a Narita, terminal do aeroporto. Disney, parque da Toyota, ponte enorme que resultava no mar, "lá do outro lado". E o sol recepcionava nossa partida de volta pro mundo que queremos ver igual ao que vemos e sonhamos. Nada de heroísmo, de asas da imaginação, apenas o desejo de amar sempre o som que se transforma em frases para se transferir, transmitir, via várias vias, o coração que bate, bate, bate, na busca da janela. E foi a partida que deixou rastros pelo vidro transparente, quando a escada desceu para a alfândega. O trem chegaria e seria 2 horas.
    A passagem pelo Reino Unido foi interna. Foi departures, arrivals e luzes nas placas das luxuosas lojas do aeroporto de Londres. E terminei vendo um documentário flácido sobre os Beatles e o turismo em Liverpol. Ummmmmmmmm....sono que vem e vai, e no mesmo lado do olho uma sombra da pergunta: que horas são lá mesmo essa hora? Aterrisa. Passa pro terminal 4, passa pela alfândega, passa pela esteira, chuta com a direita e acerta bem no tempo cinza que Recife recepcionou nossas malas. Banda indo pro Mada, outra banda completa indo pra casa, quem sabe sonhar com essa semana dourada no outro lado do mundo.

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    2.5.07
    MACAXEIRA A TUA FOLHA PARECE UMA ESTRELA

    Essa placa indica o complexo Roppongi Hills onde está localizado a arena na qual fica o palco de nossa apresentação.Vamos a pé do Hotel pro palco contornando belas ruas e vendo muita gente se movimentar pelas lojas e pelos dias de feriado em Tóquio celebrando a primavera. Ontem mesmo uma tarde bonita pelas ruas refrescava os Japonêses com um ar de tranquilidade, bem favorável a encontros e cafés. Pra se dar um trago na rua, locais bem esquisitos que localizam os fumantes em paredes com lixeiros que "sugam" o cigarro e a fumaça. Tratamento bem excludente para os fumantes. Tóquio parece democrata.







    Visual de uma avenida proxima ao Hotel onde saímos para um passeio em busca de uma loja de brinquedos eletrônicos. Esperávamos encontrar robôs em miniatura passeando pelas ruas ou acenando dos carros que não levavam cachorrinhos ao estilo Copacabana, mas, não encontramos não. O mundo não está assim tão pós-moderno. Achei tão charmoso esse ônibus. Mas, a aventura mesmo vai ser no Metrô hoje. Semelhante a Paris, andar de metrô pela primeira vez é perder o medo de experiência pura.


    Essa Sopinha vem com um caldo fervendo de pimenta. Recheada de aspargos, cebolinha e cogumelos, foi uma refeição reconfortante em um restaurtante que igual a todos que encontramos, tinha fila pra entrar. Rápido, mas, fila sempre. Tem muito Japonês pra pouco lugar.






    Foto panorâmica do palco já com o cenário em homenagem a Pernambuco no Roppongi Hills, aqui em Tóquio. As luzes suspensas por essa cúpula parece uma nave aterrisando em nossas cabeças. Em cenário com nomes como "Hotel Recife", "Carnaval 2007", "Hotel Casa Grande", deixou um ar cosmopolita quando pensamos em Recife daqui desse mundo distante de tantas horas de vôos. O público dança do inicio ao fim com passinhos de samba misturados com Rock. Aplaudem. E o som foi permeando a tradição com um ar de modernidade pós-tudo. Led Zeppelin com Cavalo Marinho, e Luiz Gonzaga canta Asa branca incluído na Jan session de "Na Boleia da Toyota. Eles perguntaram muito o que era "Na boleia da Toyota".

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    SUSHIS, RUAS E MÚSICA

    Ontem depois do show meu produtor convidou para comer um Sushi. Esqueçam tudo que sabem sobre Sushi no Brasil. Tá bom, adoramos o Quina do Futuro, Sumô, Itiban, e por aí vai...mas, aqui o negócio é matriz sabe? entramos em um Sushi perto da avenida do Hotel. Lotado. Uma movimentação semelhante a um restaurante que funciona depois das 18:30h e a moçada toma um caldinho com cerveja pra ir pra casa. Conversas em quadrinhos em Japonês, mistura de raças. Nesse restaurante eu não era estrangeiro, estávamos em um reduto mestiço em plena Tóquio. Um balcão apertadinho com cadeiras enormes enconstadas no balcão onde o Sushi Man cortava, organizava, produzia e servia os pratos de sushis. O tamanho do sushi enche qualquer grande boca ávida do sabor exótico de cada peixe que não conhecíamos. Ova de peixe enorme, Ouriço, peixe forte com raízes, camarão que mais parecia um lagostinho, tudo ao belo prazer de um copo de cerveja e um Saquê no final pra lavar a alma de uma noite plena de conquistas depois do primeiro show no Rippongi Hil. Na conversa, música do mundo com sotaque POP. Talvez seja um caminho no qual é preciso saber se movimentar sem perder o prumo da razão. Na entrevista com a Revista Latina duas referências na pergunta divertida do repórter; uma referência "antiga" e uma "nova", respondi precisamente - Jackson do Pandeiro, por ser antigo pleno de ousadia no mundo moderno, sendo referência atual. (??????) e o que de novo existe? depois da sempre atual Nação Zumbi? Ôxe! China.

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    1.5.07
    FOTOS PASSEANDO PELOS LUGARES

    Essa semana é especial para os Japoneses, semana da primavera. Todos estão felizes e as flores começam a brotar nas praças. Passeios, sol, shows, cinemas, lojas e bares e restaurantes, fazem fila para entrar e se divertir. Eles são concetrados em seus trabalhos, isso deve ter um peso na hora de jogar tudo pro ar e cair na diversão.





    Esse é o palco que no dia anterior a nossa chegada estava sendo montado para um evento de humor. Vamos utilizar essa mesma estrutura, sendo que o cenário foi montado sobre prédios antigos do Recife e Olinda, um charme e projeção de bom gosto da produção local.A estrutura de Luz e som são impecáveis.





    Aqui ai lado, o palco já com o cenário em homenagem ao Recife, Pernambuco. Na outra foto,um pouco da avenida central que ladeia o Centro Rippongi Hill. A noite tudo vira luz e o espetáculo de cor e brilho hipnotiza.

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    TUDO SE PARECE DIFERENTE

    Em Tóquio eu me sinto um estrangeiro. Claro, na Europa também. Aqui a sensação é mais forte, pois nas ruas existe uma raça, uma aparência que se diferencia em um limiar de quase imperceptível. Todos são Japoneses e seus cruzamentos são de resultados iguais. Quando saimos nas ruas uma homegeneidade etnica fica nítida, e quando nos cruzamos com um "diferente", logo bate na cabeça...sou estrangeiro mesmo...ou coisa do tipo, quem é esse que não é parecido com todos? O sorriso e a educação me parecem a tônica, a matriz que todos zelam. Todos são felizes? não, é educacão, eles não são todos felizes. Devem ter seus problemas como nós, aluguel, educação dos filhos, melhora de vida, anseios e buscas. Mas, como são compenetrados e vestem preto. A rua fica com um contraste exuberante. Ruas, viadutos, taxis coloridos, e todos de preto ou variações. Em Tóquio, mesmo um peixe fora d'agua, se sente bem.

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