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    Karina Hoover
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    27.7.06
    Cantando e fazendo um Texto

    A semana foi intensiva, prazerosa e divertida. A começar no Recife quando participei das gravacões do novo Cd de Antonio Nóbrega, mais um Cd de frevo que vai chegar em 2007 nas comemoracões dos 100 anos desse louco ritmo.

    Depois no Rio de janeiro onde fui convidado para participar de dois shows em homenagem a Jackson do Pandeiro no Centro Cultural Banco do Brasil (foto). Foram shows realizados na terça feira com participações dos familiares de Jackson, emocionando a todos. Estavam o sobrinho Zé Gomes que tocou conosco na banda, e a viúva de Jackson, minha amiga Almira Castilho. Duas apresentações memoráveis.












    A entrega do Priemio TIM me deixou flutuando, aliás, estou ainda com um pé no chão outro nas nuvens. Nem sei ainda como comentar essa conquista sabe? Melhor cantor categoria Regional! depois escrevo aqui algo sobre o prêmio (foto com Spok no Teatro Municipal do RJ)













    Aproveitei o tempo restante e gravei no CD da gravadora Biscoito Fino chamado FORRÓ PRA CRIANÇA, produzido pelo ex-boca livre Zé Renato (foto no estúdio). Bacana a produção, o Zé sempre mjuito cordial. Legal!













    Pantico, baterista de Lenine está gravando seu primeiro CD solo, e me convidou pra cantar um COCO envenenado. Fui lá ne stúdio de Junior Tolstoi e mandei voz pra cima. Clima bom entre amigos.





    Muita coisa aconteceu, muita coisa sei que vai acontecer, e é isso que faz a vida prazerosa e divertida. Ladeada pela música. Sempre a música!

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    Rio de Janeiro transformado em pudim!

    De repente um momento quase mágico! eu digo "quase"...pois a mágica nem sempre pode ser constatada como mágica mesmo! mas, foi um repente, um forte repente, uma ficção científica que raramente podemos ler ou ver em algum cinema ou livro. Gente, gente, gente, todos os lados com gente, todos os espaços com gente, toda a família reunida pro jantar. Até que a taça de vinho quebra e vira sampler. Uma levada tênue e sublime de água quebrando.Foi isso que senti!

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    24.7.06
    De Garanhuns pro Rio de Janeiro

    De Garanhuns pro Rio de janeiro foi um salto. Tempo e sono juntinhos. O Rio está mix de clima. Tem momentos frio, tem momentos sol e calor. Garanhuns foi um lago de gente dentro de um copo de chocolate, e aquela névoa que não molha, só deixa um sono brabo e cama quente com cobertor marron de listras bege. Aqui no Rio de janeiro passei pelo túnel perto do Rio Centro e vi com toda luz o pão de açúcar iluminado de verde. Tom Jobim e Vinícius tomavam chopp em Copacabana.

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    15.7.06
    A VIAGEM ME FAZ CRER QUE EXISTE VIDA...ô minha adorada!viajei tantos espaços...



    Quando o tempo é carinhoso comigo ele me possibilita passar a tarde em casa. Gosto de explorar todos os quadrantes do apartamento. Sala, corredor, varanda, quartos e meu escritório que é meu reduto, meu confidente e arquivo. É meu HD externo. Durante esses meses a novela A VIAGEM foi reapresentada e coincidiu com o tempo que tive antes da Tour de maio e depois de nossa chegada após os shows pelo Nordeste. Alguns dias assisti a reapresentação. Escrita por Ivani Ribeiro com direção de Wolf Maya e Ignácio Coqueiro.

    A temática da novela é explícita; Vida após a morte com base na Obra de Allan Kardec! Visitei o túmulo dele no cemitério Pere Lachaise, em Paris, estação de metrô Gambetta.




    A novela enfoca os valores humanos ao mesmo tempo envolvidos em tramas “caseiras”, bem articuladas com histórias de amor que fixam a atencão do telespectador. A vingança de Alexandre permeia todos os capítulos através de um processo obsessivo que caracteriza um dos elementos principais da trama. Uma dualidade bem clara é como a novela com base nos princípios espíritas, mostra o céu e o inferno. Enquanto um parece ser calmo, angelico, sépiado e contornado pela natureza, bem ao estilo Rosseau e seu bom selvagem, o inferno é dark, gótico, escuro com luzes amarelas escuras, tenebroso e bem atraente como estética POP.


    A vida vence no final. A morte passa a ser apenas um MODO, uma passagem para outra vida que continua e reflete o que fomos, o que fizemos, o que criamos para nossa própria vida interior. O interior passa a ser nosso exterior, nossa vivência do que projetamos. A lição final é que o amor é onipresente, e como vários ensinamentos de várias religiões, o amor e o bem acabam por convencer. Para esse mundo no qual o transitório está cada vez mais impondo seu modelo organizador social, A VIAGEM apresenta nossa fragilidade e força. Refletir sobre paradigmas materialistas, sobre humildade e cientificamente sobre a comunicabilidade entre vivos e mortos, esses são elementos atuantes no enredo da novela que em casa com parentes, filhos e amigos, terminam por levantar uma boa polêmica. Por sinal, a morte está ausente nos currículos das escolas.

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    9.7.06
    RECIFE E A CHUVA QUE DEIXA A CIDADE CINZA. A CHEGADA DE BATMAN NA AV RUI BARBOSA.


    Desde 2003 que eu não passava o inverno aqui em Pernambuco. Inverno? nem sei se podemos mais classificar as estações em tempos corretos, pois tantas mudanças ecológicas no planeta indeterminam o início e o fim das 4 estações. Lembrei de Antonio Lucio Vivaldi (primogênito de uma família de sete filhos, Vivaldi nasceu no dia 4 de março de 1678 na cidade de Veneza, Itália) e os solos mirabolantes de violino em uma das partes de sua grande obra,“As quatro Estações”, o outono. Também lembrei da “Sagração da Primavera” (que inclusive foi usada no filme Fantasia, de Disney) do Russo Igor Fiodorovitch Stravinsky que nasceu em Oraniembaum, uma pequena cidade russa localizada perto de São Petersburgo, em 17 de junho de 1882. Recife ficou cinza e eu adoro esse clima contrastante com o verde do Parque da Jaqueira.

    Na Europa quando viajamos em Tour, sempre esperamos encontrar o clima frio principalmente na França. Aconteceu várias vezes de encontramos uma Paris cinza e melancólica, apoiada por esse ambiente sombrio do inverno que me faz tanto bem. Mas, o verão é recebido com festa e muito calor, e o Francês corre pro abraço! Na Bélgica, Bruxeles, as ruas se encantam com o frio. Uma multidão de preto circula como um bando de pássaros eufóricos. É o clima deles. Quando chega o verão eles correm para os parques com seus lanches e bikes. A roupa já muda de cor.

    Recife fica mais poética quando chove. Eu observei que depois de 3 anos sem ver a chuva cair na seqüência dos dias, um certo deslumbramento em mim apareceu. Eu olhava os pingos caírem como uma mão aberta em cima de meus olhos e a luz da noite ornamentava o cheiro de água. Vontade de ler e ver filme, andar na chuva e esperar o sol. Quando chove muito e depois vem o sol, a vontade de viver fica bem maior. A chuva sempre vai embora e leva lembranças, enquanto o sol renova, guarda e segue em frente! Batman pode surgir a qualquer momento nesse cenário Recifense que me leva pra Gotham City. Como se parecem!!!!




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